"O teu piso sagrado
E as sementes da tua essência,
Mais férteis e mais fortes
Do que a minha imaginação
Repercutem-se e multiplicam-se
Nas minhas veias,
Na minha carne
E nos meus ossos cansados.
A lei e o humano
O humano e o utópico
O utópico e a minha morte
A nossa morte
Mortes de todo um ser físico
Através e dentro de um seio
Materno e material."
