Larissa poderia não ter sido morta durante a Inquisição, mas o seu feminino, como o de
milhões de mulheres, morreu naquela época e foi “enterrado”. Tornou-se esquecido.
A ela foi mostrado que precisava ressuscitá-lo para transformar-se numa mulher completa, não fragmentada, resgatando o feminino não entendido, desde que Eva tirou o ser humano do Paraíso.
Neste processo Larissa teve a compreensão de que não só ela mas o que todas mulheres necessitam é reacender o feminino em si, no homem e no mundo. Esta é uma tarefa prioritária, pois, o momento planetário está em consonância com este resgate.
A mulher assim renascida tem consciência do seu poder e se assume como tal. É o poder do espiritual, da sutileza de saber que mais uma vez, o feminino poderá recolocar a humanidade no seu caminho evolutivo e no reencontro da sexualidade como forma de crescimento interior.
É o retorno ao prazer, ao amor e à luz!
Que assim seja!
