Nasceu em 1950.

É arquiteto pela Escola Superior de Belas Artes do Porto, e riscador de projetos desde o tempo dos presépios e das palavras desenhadas:

 Em 2005, “Lumião – Tempos do Arco da Velha”, escava algumdo património social da sua aldeia Natal.

 Em 2006, “As Hienas também choram”, falam de outras guerras nas margens do rio Mazóe, Tete, Moçambique, entre 1972/74.

Em 2012 e no romance “Pelo gosto da Aventura…” ficciona o heroísmo da lusa diáspora por terras de Portugal… da Venezuela e do Canadá.

Agora em “O Mundo é Quadrado”, e depois de ter navegado pelas suas esquinas, relata a razão do quadrado, e da terra de Viriato não passar de um jardim à beira-mar plantado…

Para cravos; e de uma nau negreira… Para escravos.

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