Participou da banda “Titãs”no início dos anos 80, compondo músicas como “Sonífera Ilha”, “Homem Primata”, entre outras. Almejando ir além na busca por sua interior sonoridade poética, desligou-se dos Titãs e formou a banda ícone dos anos oitenta “Cabine C” com quem gravou o único e emblemático disco “Fósforos de Oxford”, em 86.
Nos anos que se seguiram, entre retiros espirituais budistas e expedições a Saturno, roteirizou filmes, escreveu matérias sobre viagens com as quais ganhou dois prêmios de jornalismo, compôs músicas para inúmeras bandas, gravou dois discos em carreira solo, e com seu heterônimo Mantraman, escreveu em blogs e revistas durante muitos anos.