Paula de Castro Freire vive pairando como qualquer apaixonado desde que se lembra, passou para a escrita o que já tinha passa­do para as esculturas, fotografias e passeios reais ou irreais por este mundo. A natureza sempre se encarregou de lhe proporcio­nar um estado de espirito que a aproxima das nuvens.

Formou-se em design, escultura, arquitectura, passou pelo de­senho, fotografia, vídeo, cerâmica, vidro, assim foi espalhan­do a sua natureza encantada em peças inspiradas pela paixão que a move.

Do efémero ao concreto nos apresenta agora este conto, uma fantasia quase real.

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