Este romance estreia na literatura portuguesa não só porque é baseado em factos verídicos, mas porque segue, sem intervalos de narração disfarçados, os mais recentes best-seller americanos. A mão é de pseudónimo porque não é uma biografia nem mais um romance de género. É um livro humano e que arrepia e ‘insulta’ as sensações e os pensamentos. Apresenta histórias dramáticas e cómicas com as quais qualquer mulher ou homem se identificarão. Porque qualquer mulher ama ou faz amor, cometeu erros e quer ser feliz. Porque qualquer homem ama ou faz amor, cometeu erros e por vezes descobre que quer ser feliz.

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