Bárbara Aslan, da escrita,
a sua companhia diária,
antes mero relato diário,
depois desabafo solitário
reflexões, do seu imaginário
fez uma terapia diária!
Antes só narrativa,
em prosa descritiva!
Entre Hypnos e Morpheu
tudo começou...
em verso virou,
mas, poeta não é!