nasceu na década de sessenta. voltou a nascer na década de oitenta. actualmente nasce todos os dias. numa espera cambaleante das horas que perfazem a escrita. diz apenas, que o olhar é tudo o que pode acabar com tudo. fica normalmente siderado com a espera do que pode acontecer. procura no meio das cidades a espessura do sossego impossível. o silêncio definitivo.
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