Nascida em Virgínia, sul de Minas Gerais, Maria Aparecida Pio morou em vários lugares de São Paulo, até chegar em Itapeva, onde ainda vive.

A primeira pessoa a incentivá-la a escrever foi seu professor de português. Mas Maria sentia que isso não passava de uma quimera. Pensava que “se José de Alencar voltasse, não seria sob sua pele. Em simetria poética, seus alexandrinos não chegavam à sombra de Bilac, e seus “trotantes” versos, sem o brilho das rimas trissílabas de Gonçalves Dias”.

Só agora, casada há mais de quarenta anos, com aquele que foi seu primeiro namorado, agora que já tem um filho, duas filhas, uma ex nora (que nunca será ex), e um genro, mais que um filho (parece um pai), dois netos e seis netas, pensou em escrever.

Utilizamos cookies próprios e de terceiros para lhe oferecer uma melhor experiência e serviço.
Para saber que cookies usamos e como os desativar, leia a política de cookies. Ao ignorar ou fechar esta mensagem, e exceto se tiver desativado as cookies, está a concordar com o seu uso neste dispositivo.