"Aquelas quatro flores presenteadas a nós do destino entre aqueles quatro dias. O que, além das flores? E se o que existe, pra quê ter, se além das flores nada seria capaz de decifrar o destino de florescerem a nós todas as manhãs uma pétala mais solta e outra mais justa na vida. Para todos os efeitos da ciência, estávamos desfeitas de nós mesmas quando naquele mundo nos fizemos. Feito nós: as flores são nossos nós de partida para qualquer coisa.

Morremos para o nosso mundo encantado,

nosso mundo agora era encantado

nosso agora, agora era um mundo

Morremos, e nosso céu era um jardim. "

Utilizamos cookies próprios e de terceiros para lhe oferecer uma melhor experiência e serviço.
Para saber que cookies usamos e como os desativar, leia a política de cookies. Ao ignorar ou fechar esta mensagem, e exceto se tiver desativado as cookies, está a concordar com o seu uso neste dispositivo.