Corria o ano da graça de 1971, quando Jorge Santos se deu a conhecer a este mundo, em Torres Novas, Santarém.

Frequentando a biblioteca itinerante Calouste Gulbenkien, adquiriu o gosto pela leitura, o que  mais tarde eclodiu no desabrochar da paixão pela escrita poética.

Forçado pelas dolências inerentes a uma adusta e actual vivência, imigrou, só, sem família, e foi neste cárcere viver em agrura mental que o forçou à fuga: Poesia… e assim, derramando inusitados delírios em humildes versos, fez do poema a sua bandeira…

 

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