Maria da Conceição Gomes da Costa, nasceu a 30 de junho de 1955, na aldeia de Maceira, concelho de Fornos de Algodres, onde fez a instrução primária. Prosseguiu os estudos na cidade de Viseu onde frequentou o antigo Liceu Nacional de Viseu, concluindo o 7º. Ano, na área de letras. Na mesma cidade de Viseu, desenvolveu a língua francesa frequentando a Alliance Française, onde concluiu um curso de francês que lhe permitiu dar aulas de Francês, em Penedono e Aguiar da Beira e, descobrir a sua vocação para o ensino. Cursou o Magistério Primário de Viseu no período entre 1974 e 1976 iniciando, neste ano, o seu percurso profissional que haveria de revelar-se bastante diversificado e enriquecedor. Começou por lecionar na escola primária de Lapa do Lobo, situada no concelho de Nelas, percorrendo outras escolas, de outros concelhos (Tondela, Mangualde, Castro Daire, Lamego, Cinfães do Douro, Seia)…. De muitas formas descobriu que o desenvolvimento profissional é uma aprendizagem contínua, interativa, acumulativa, repleta de desafios. Foi no concelho de Seia que o percurso docente foi mais longo, tendo lecionado nas aldeias de Tourais, Lapa dos Dinheiros, Catraia de S. Romão e S. Romão. Nesta escola, além da atividade docente, foi também Coordenadora do Conselho de Docentes e Coordenadora da Biblioteca escolar.

Em 2005, licenciou-se em Estudo do Meio” À Descoberta Das Relações Entre O Meio Natural e Social”, com o intuito de aprofundar os seus conhecimentos e obter maior valorização pessoal e profissional. Ao longo de cerca de 20 anos de docência na Escola de S. Romão, em Seia, criou fortes laços de amizade e de cumplicidade, com os seus alunos, com colegas, e, comunidade educativa, em geral, donde recebeu inúmeros incentivos e motivos para escrever, e para querer melhorar o seu esforço de criação. Mas foi após a sua aposentação que encontrou disponibilidade e, vontade, para organizar a sua escrita com a intenção de, um dia, publicar.

“Entre a montanha e o mar” é o culminar de um sonho tornado realidade. Ao escrever este livro a autora deixou-se levar por paixões essenciais que sempre a acompanham e que a sua poesia aqui bem retrata: o amor pela família; pela Serra da Estrela; pela imensidão do mar; o amor pela vida e pelo momento presente, que alimenta e dá asas a cada esforço de renascer.

Porque amanhã

Pode não haver,

É hoje que eu quero

Viver, viver…

 

São CostaMar

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