Começou a escrever frases e rimas na infância, apesar de nunca se con­siderar escritor. Talvez um captador de ideias, para citar o saudoso Agostinho da Silva. Talvez um catalogador de sentimentos em papel. Concluiu o doutoramento em 2015 e decidiu vadiar pelo mundo, por mais de um ano, apaixonando mais ainda pelo seu país preferido: Portugal. Segundo o autor, só viajando conhecemos o nos­so interior. Os livros são música, e as palavras um ritmo. Esperemos que este tipo de música seja do vosso gosto.

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