Comecei a escrever com apenas doze anos. Escrevia nessa altura poemas em que recebia boas críticas por parte das pessoas e aos dezasseis comecei a escrever textos em uma forma de “desabafo”: uma forma de libertar a dor que sentia em mim por perdas, erros e tanto mais.

Os textos foram algo que me ajudaram imenso a crescer como homem, a ter um escape do mundo real e no fim, percebê-lo melhor.

Ajudou-me também a passar por diversas fases da vida bastante complicadas, onde estive muito perto de desenvolver uma depressão. A escrita foi como uma salvação para mim, numa forma de tirar um enorme peso dos ombros a cada palavra escrita no papel. Era como pôr a minha alma em palavras e a dor em textos.

Com vinte e dois anos lanço assim o primeiro livro que é uma demonstração do mundo em si, de uma alma no meio de tantas.

Um menino de Lisboa que hoje alcança o seu maior sonho perante a sua maior paixão.

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