Diogo Cardona nasceu a 26 de maio de 1987. Natural de Gouveia, cidade situada no sopé da Serra da Estrela, desde cedo demonstrou paixão pela escrita. A sua primeira “história” dedicou-a à Professora do 1.º Ciclo. Mas foi em 2012, quando estava já na parte final do Mestrado Integrado em Engenharia Civil, que foi desafiado pelo grupo Escola Velha a escrever a sua primeira peça teatral denominada “O Movimento”. Desde então, vários foram os textos escritos por si. Destes, destacam-se “A Reza”, texto selecionado para integrar o Festival de Peças de Um Minuto” (2013), “A Portuguesa Club” (2014), “Olhó Bicho” (2016) ou o monólogo “Ana” (2019). Foi ainda responsável pela estruturação da peça “Escravos Modernos - Utopia, o princípio de todo o progresso”, a partir de textos de Fernão Botto Machado. Mas a paixão pela escrita não se fica por aqui. Já escreveu rábulas para rádio, poemas para músicas e guiões para espetáculos. Em 2019 lançou, então, o seu primeiro livro “TEMPO dessa coisa a que chamam amar”.

Paralelamente, em cima do palco, também já desenvolveu vários trabalhos enquanto ator e cantor, revelando assim a sua paixão pelas artes.

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