Luís Felipe da Silva Bracinha Soares, nascido há 52 anos, em terras de Vera Cruz, numa localidade chamada Casca­dura, no seio da cidade maravilhosa, o Rio de Janeiro. Veio do Brasil, ainda de tenra idade, com apenas 15 meses, por­que o apelo do país à beira-mar plan­tado (Portugal), e, alguns infortúnios familiares assim o ditaram. Sempre foi um aluno regular, e, aos 19 anos, ingres­sou no mercado de trabalho, através de um restaurante denominado “A Carrua­gem”, junto dos seus pais, trabalho que lhe granjeou os instrumentos necessá­rios para o ingresso no funcionalismo público, onde se mantém até aos dias de hoje, e, onde, subitamente, a sua “veia” de poeta acabou por despontar. Escolheu como tema principal da sua obra, a complexidade do que é ser mu­lher, num mundo que parece fazer tudo para não compreender a sua beleza, a sua sensibilidade, a sua racionalidade, a sua inteligência, a sua capacidade de sacrifício, ela que é a “personagem” principal no inexplicável milagre da vida.

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