Ana May, investigadora em gestão de ciência, escreve ficção literária a partir da experiência adulta, explorando os limites entre lucidez, afecto e não-pertença. 

A sua escrita privilegia a contenção, o silêncio e a observação crítica, recusando sentimentalismo e resoluções fáceis. 

Interessa-se por personagens em desvio, por relações assimétricas e pelos momentos em que os modelos sociais deixam de oferecer sentido.

A intimidade, no seu trabalho, não é confissão, mas matéria literária construída com rigor e distância. 

Ana May escreve como quem permanece, observando o que resiste depois das expectativas falharem.

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