Adelaide Ramos Vilela

Adelaide Antónia Ramos Vilela começou a escrever poesia tinha apenas 14 anos.

Natural de S. Jorge da Beira, concelho da Covilhã, passou uma parte da sua juventude em terras de Angola.

Vive em Montreal, Canadá, desde 1978.

É licenciada em Comunicação pela Universidade de Montreal.

Tem repartido a sua atividade por sectores tão diversos como: relações humanas e artísticas, conferências, publicidade, jornalismo e fotografia. Colaborou com os jornais: A Voz de Portugal, O Emigrante, o Lusopresse (Montreal), O Milénio, O Voice (Toronto), A Voz de Trás-os-Montes (Portugal) e outros jornais, pelo Mundo. Colaborou durante alguns anos com a RDPI, no programa “Novo Mundo”, com a rubrica Casa Portuguesa, onde dava a conhecer os luso-canadianos que destacassem na vida profissional.

Em 1994, com mais quatro colegas, realizou uma curta-metragem, intitulada: Mensonges.

Adelaide Vilela participou, como figurante, no filme “The Last Hope” do colombiano, Harold Martinez Jordan.

Foi ainda convidada a participar, em vários programas de Televisão e de Rádio, em Montreal, Toronto, Portugal continental e Ilhas dos Açores. No Canadá, a nível nacional e internacional, organizou e animou alguns programas de televisão.

No campo musical tem contribuído para o êxito de vários artistas, com letras de sua autoria.

Na poesia editou: Os Meus Versos Meninos, dezembro de 1992. Em março de 2001, Versos do Meu Jardim. Em 2002 Versos e Universos. Em outubro de 2003, Portugal à Janela.

Em 2006, com o apoio da Editora Maribelina e a Casa do Poeta Peruano Em Montreal, Quebeque, editou Cantares de Adelaide, bilingue, e em Lima no mesmo ano.

Muitas das suas atividades e participações destacam-se também em diversos países da América Latina

Adelaide Vilela esteve no 5º Encontro Internacional Literário, no Uruguai, em Montevideu, organizado pela aBrace, onde foi reconhecida como, “Poeta da Luz”.”.

Cantares de Adelaide e outros livros da autora foram apresentados por Agrupamentos das Escolas em Portugal e pelo Mundo, Camaras Municipais, Casas de artes, etc, ao encontro da poesia de Adelaide Vilela.

Em dezembro de 2007, Adelaide Vilela, foi agraciada pela “Casa do Poeta Peruano”. Na cidade de Tumbes, recebeu uma medalha de ouro, no Festival Internacional de Poesia, em homenagem ao poeta Rigoberto Meza Chunga.

Em outubro de 2008, participou, na Universidade del Callao, Lima, Peru, no Festival Internacional de Poesia, Leoncio Bueno. Aí foi acolhida como (VISITANTE DISTINGUIDO, COMO TESTIMÓNIO DE SU VISITA A LA HISTÓRICA CUIDADE DE CALLAO). No mesmo mês de outubro, de 2008, na Universidade de Lima, realizou-se o lançamento do livro, Palabras del Corazón, editado pela “Casa del Poeta Peruano”.

Em outubro 2009, Adelaide Vilela regressa ao Canadá com nova medalha de ouro, por ter partilhado com outros povos a língua e a cultura portuguesas.

Em junho de 2011, é apresentado, em Montreal, o livro de poesia Horizontes de Saudade. No verão desse mesmo ano, no Salão Nobre da Câmara Municipal da Covilhã, realizou-se o lançamento desta obra.

Adelaide Vilela participou em vários congressos anuais e Encontros internacionais de literatura artes e poesia, em diversas partidas do continente sul-americano, tais como: Peru, México, Venezuela, Argentina e outros mais.

Adelaide Vilela foi nomeada, há quase vinte anos, como “Presidente da Casa do Poeta Peruano”, pelo Canadá. É também a “Presidente das Associações literárias, pela Paz do mundo”, HISPANO MUNDIAL DE ESCRITORES e pela SOCIEDADE VENEZUELANA DE ARTE INTERNACIONAL.

Em janeiro de 2015, foi apresentado, em Montreal, o livro de poesia, Laços e Abraços, no Clube Portugal de Montreal, em presença do Dr. José Guedes de Sousa, Cônsul-Geral de Portugal, em Montreal. A mesma obra foi lançada em diversos polos de cultura e de formação, em Portugal Continental e nas Ilhas dos Açores.

Em 2017 são editados os livros MAGMA DE AFETOS, HISTÓRIAS E OLHOS NAS LETRAS, poesia.

Em 2018 olhos nas letras, Poesia, é editado pela Editora Chiado.

Em breve, Adelaide Vilela levará o nome de Portugal mais alto ainda: “A língua é a sua Pátria”. E com outras malas repletas de livros, viajará nas asas da arte e da cultura, rumo a novas e promissoras aventuras poéticas. Viaje com ela, na onda da sua poesia. A Terra necessita de carinho e de sossego. Depois, com três letras apenas, escreva a palavra: PAZ!

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