Ana Maria Patacho

“De começo um grito. Só mais tarde um corpo. A descoberta. Velas desfraldadas para a aventura. A vida surgida. Vivida. Sugada. O sentido! A avidez do olhar que tudo abarca. Tudo quer abranger num abraço. Olhar em volta. Os outros. A pausa. A reflexão. Diremos, e para facilitar que nasci em 1943 em Lisboa, e me chamo Ana ( Ana é o nome com que me identifiquei nas brincadeiras de criança, é o som que preferi me acompanhasse vida fora : ligo-o a Vida, a Independência, ainda e sempre a Rebeldia ). Não hesitei e percorri o caminho. Aqui estou.“

Licenciada em Filosofia, na Faculdade de Letras de Lisboa, nunca quis seguir o Ensino;

Aos vinte anos fez Traduções e Revisões de Provas para a Editorial Presença;

Trabalhou 30 anos na RTP sempre ligada à Cultura.

“Em 2000 vim-me embora da RTP e mudei de casa (saí de Lisboa para Oeiras) e não parei:"Desde aceitar um convite de um Banco para ir trabalhar com eles, passando pela criação de um Grupo de Poesia em 2008 – Grupo Oeiras Verde – , elaborar e apresentar Projectos de âmbito cultural, que vão sendo executados um pouco por vários sítios do país, dar aulas de Literatura Portuguesa na vertente da Poesia, na Universidade Sénior de Oeiras, “Dizer Poesia”e ESCREVER “…esta grande aventura que me acompanha desde os dezoito anos e que eu quis sempre “para a gaveta”… até hoje! Rasguei então a memória. Apaguei-lhe os sulcos. Permaneci!”

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