Carlos Vaz

Nasceu em Bissau, em 1954, onde passou a sua infância e adolescên­cia, tendo aí feito a instrução primária e iniciado o ensino secundário. Pros­segue em Coimbra e Lisboa os seus estudos liceais. Bolseiro dos Serviços Sociais da Universidade de Lisboa e da Fundação Calouste Gulbenkian veio a licenciar-se em Teatro, Ramo de Ato­res, pela ESTC (Escola Superior de Teatro e Cinema) de Lisboa. Fez uma pós-graduação em Civilizações e Cul­turas Africanas na Universidade Nova ; um Curso Intensivo de Cinema na Escola Arco e Formação de Formado­res no IEFP (Instituto do Emprego e Formação Profissional), todos em Lis­boa. Também, com a bolsa do governo cabo-verdiano estudou Jornalismo de TV no Centro de Formação da RTP , mais tarde Realização; e Jornalismo no CESTI – Universidade de Dakar. É mestre em estratégias de comunicação e proprietário da empresa, TelecineBis­sau Produções Lda.

Foi jornalista e realizador da TCV (Cabo-Verde); realizador da RTGB e jornalista do programa Cam­ponês tem a palavra da RDN (Guiné­-Bissau); assistente de produção Mag­nus Produktion (Suécia) e da Média Lusa (Portugal). Exerceu no aparelho de Estado várias cargos, de entre os quais, Diretor de Artes e Cena (Guiné­-Bissau); Diretor de programação da TCV (Cabo Verde); Assessor Técnico da Direção-Geral da RTGB (Guiné­-Bissau); Presidente do INCA (Guiné­-Bissau) e Conselheiro para Informa­ção e Comunicação do Gabinete do Primeiro-Ministro (Guiné-Bissau).

Foi docente do Liceu Nacio­nal de Amadora (Portugal); do Magis­tério Primário da Praia (Cabo Verde); da Göteborgs Universitet (Suécia); da Universidade Amílcar Cabral e da Lu­sófona da Guiné-Bissau.

Iniciou em novembro de 1978, a sua atividade literária, com a obra Para um Conhecimento do Tea­tro Africano, edições Ulmeiro, Lisboa, onde também como anexo, foi publica­da a sua primeira peça teatral, Fome de 47. É autor de várias peças de teatro: Nô odja-dja manga di cussa nê mundo; Si cussa muri cussa cu matal; Sufridur ca ta padi fidalgu; Tempu ca tem di pera tchuba; Sibi tene fugu; Socieda­di de cacri na Cabás; e Amor, sexo e Sida: Haverá um culpado? Também, realizou vários documentários e de uma curta-ficção. Rubrica artigos de análise política, artística e cultural, dis­persos em revistas e jornais nacionais e estrangeiros.

Foi membro da FAPIR – Frente Popular dos Artistas, Intelec­tuais e Revolucionários (Portugal), co­fundador da UNAE (Guiné-Bissau) e de Tcholona, primeira revista de Artes e Letras da Guiné-Bissau. É membro da Sociedade Portuguesa de Autores (Portugal) e AGE – Associação Gui­neense de Escritores.

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