Daniel Xavier Lopes

 Lisboa. 1993 marca o ano.O resíduo de duas famílias. Um projeto de coisa alguma. Pouco mais do que a escrita que lhe espelha a alma. Desde que a memória lhe toma o corpo; a escrita toma-lhe as entranhas, a linfa, o sangue e a carne.Nela procura abrigo. Um refúgio oportuno para a demência e a liberdade. Nunca terá sido um "predestinado" ou vítima de rotulagem semelhante. É, somente, alguém que calhou em juntar várias palavras com o prazer, interior e quente, que isso lhe propociona. O seu propósito é o mesmo de sempre: ser ele. Daniel Xavier Lopes. Mercês. 2012 marca o ano.  

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