Fernando Barral

“Eu, caçador de mim...”, já entoava Milton Nascimento à toda prova. Pois bem, Fernando Barral é um pouco isso. Sob um olhar único e peculiar, Fernando vai povoando seu universo imaginário assim como quem constrói casas. Esses verdadeiros “imóveis” translúcidos vão aos poucos chegando à luz do conhecimento do leitor. Este último reconhece-se e vê-se presente neste pedaço de Cosmos que é o texto do artista. Ele jura que ama o que faz.

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