Fernando de Almada

O desporto é uma ‘escola de vida’, quando conseguimos enfocar na prestação (performance) e não na mera representação para um público ávido de sensações mas muitas vezes (vezes demais) incapaz de sair da bancada (ou do sofá) para ir viver o desafio de derrotas e vitórias.

O ‘tatami de judo’, o mar, a montanha, foram campos privilegiados para o exercício e treino da análise crítica da trajetória de indivíduos e sociedades. Quer como consumidor, quer como produtor de um desporto que leva à procura do domínio das funcionalidades que suportam a coerência e a eficiência onde a competição para além de motivação é uma forma de avaliação permanente e consistente.

Fernando Franco de Almada, nascido em 1947 no Funchal, é doutorado em “Treino e Organização Desportiva” (Universidade Técnica de Lisboa – FMH) e tem agregação em “Sistemática das Atividades Desportivas” (Universidade da Beira Interior). Aposentado (“felizmente”, como se caracteriza, porque lhe permite trabalhar sem as ‘rotinas viciadas e inúteis’).

Com mais de trinta anos de vida universitária, por vezes bem mais renhida que um bom combate de judo ou um temporal que surpreende, mas sem as mesmas potencialidades transformadoras. Exerceu um vasto leque de profissões e funções.

Hoje dedica-se à investigação de ‘disfuncionalidades’ e das alternativas que se oferecem para que as caminhadas possam prosseguir com eficiência. Este estudo é mais um testemunho e, também, divulgação da investigação realizada.

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