Fernando Menezes Braga

Fernando Menezes Braga nasceu em Rio Preto em 1935, município que a partir de 1944 passou a se chamar São José do Rio Preto, no Estado de São Paulo, Brasil.

Entrou para a Escola Paulista de Medicina, hoje Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) graduando-se em dezembro de 1959. Optou pela Neurocirurgia em 1961. Dedicou-se a esta especialidade até setembro de 2005, quando teve sua aposentadoria compulsória aos 70 anos. Fez Doutoramento, Doutorado, Livre-Docência, e tornou-se Professor Titular.

Formou 64 Residentes em Neurocirurgia, dos quais muitos são hoje chefes de Serviço, docentes em Faculdades médicas. Foi coordenador da primeira Pós-Graduação em Neurocirurgia do Brasil, orientou 30 teses de mestrado e doutorado.

Ocupou o cargo de Presidente da Academia Brasileira de Neurocirurgia, e mais tarde Presidente do Congresso da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN). E foi ele que organizou o último congresso da SBN do Século XX, em São Paulo.

Publicou cerca de 130 trabalhos científicos, escreveu capítulos em livros, e no final de sua carreira na Universidade, publicou um Compêndio de Neurocirurgia para estudantes, residentes, pós-graduandos e jovens neurocirurgiões.

Após sua aposentadoria compulsória, trabalhou ainda outros cinco anos em sua Clínica Particular. Resolveu descansar após 50 anos de exercício da profissão de médico, dentro de uma especialidade difícil, exaustiva, mas sensacional! Dentro da qual teve enormes satisfações, orgulho e prazer em exercê-la.

Aos 78 anos entrou para o grupo   Oficina de   Criação de Textos   EscreViver, do Clube Alto dos Pinheiros, clube que frequenta desde 1972.

Neste grupo encontrou um ambiente de excelentes amigos, coordenado por Ana Maria Maruggi, professora dedicada e capacitada. Graças a ela, agora aos 80 anos, Fernando Braga pode se dar à publicação desta obra, recheada de contos coletados durantes esses dois anos.  São pequenas histórias de ficção, e outras tantas, que fizeram parte da sua vida.

Fernando Braga sempre repete que o homem precisa ter um filho, plantar uma árvore, e publicar um livro. Exagerado, ele teve quatro filhos, plantou dezenas de árvores incluindo um pomar inteiro, e acabou escrevendo este livro.

E, sem nenhuma pretensão de ser escritor! – diz o autor.

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