Gil Saraiva

Nasci no dia 6 de novembro de 1961. Vim ao mundo, sem um berro, na freguesia de Campo Grande, em Lisboa. Atualmente moro em Campo de Ourique, outra freguesia da capital. Sou, conforme se demonstra, um homem do campo. Comecei a minha atividade de escrita em 1981, como jornalista profissional. São 39 anos a produzir palavras para serem lidas. Com ajudas diversas e um prémio municipal de conto, editei 3 livros antes de “O Colecionador de Beijos”. Foram eles, um livro de sonetos clássicos denominado “Quimeras de Quimera” em 1984, em Coimbra, um livro infantojuvenil apoiado pela C.M. de Faro, premiado num concurso literário da C.M. Loulé e promovido pelo Programa Interministerial para a Promoção do Sucesso Educativo (PIPSE), “A Primeira Aventura de Paúl” e um outro livro de poesia livre denominado “O Próximo Homem”, com o apoio do grupo cultural de um clube desportivo da cidade de Faro, estes últimos publicados na década de 90. Fui editor e redator da revista de turismo Algarve/Andaluzia, do magazine de poesia Plectro, do jornal de bairro O Javali e da publicação regional Lisboa com Alma. Trabalhei ocasionalmente com variados órgãos da imprensa nacional, mas sempre dei primazia à imprensa e rádio regionais tendo trabalhado com a Antena Sul, a Rádio Cidade, a Rádio Televisão Atlântico, a Rádio Nova Era e a Rádio Nova Cidade, onde tive vários programas de autor, em locais tão diferentes como Faro, Lisboa e Porto. Fui durante dois anos editor do boletim da Associação da Bandeira Azul da Europa, TerrAzul e durante igual período editor do boletim municipal da C.M. Faro. Com a imprensa regional aconteceu algo semelhante. Trabalhei com o Postal do Algarve, o Algarve Região,O JNG (Jornal Notícias de Gaia) e para o suplemento literário Brêtema, também do JNG.

Sou basicamente um criativo. A área de trabalho não passa de uma plataforma. O estudo de uma matéria nada mais é do que uma aprendizagem de conteúdos. O que me importa é matar a fome ao conhecimento de algo que me agrade, para que, feito isso, eu consiga deixar fluir a imaginação e esta, por sua vez, obrigue ao despertar de mais um riacho, rio ou oceano de criatividade. Uso como mote a frase: O Impossível apenas demora mais tempo. E como rumo: A palavra é só uma.Afinal, nós somos os produtos genéticos hereditários de muitas gerações,mas, muito mais importante, somos o resultado do que pensamos e só deixaremos a nossa marca no mundo pelo modo como agimos.No meu caso… escrevo, a história um dia dirá se valeu a pena fazê-lo.

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