Gina Maria Oliveira

Gina Maria Cardita Santana Oliveira nasceu a 16 de março de 1971 na cidade de Setúbal, onde viveu toda a sua infância, adolescência e parte da vida adulta. Obteve uma licenciatura no curso de Professores do Ensino Básico Variante Educação Visual e Tecnológica, na Escola Superior de Educação de Setúbal – Instituto Politécnico, no ano de 1998, começando a lecionar de imediato. Por motivos profissionais e pessoais, foi viver para a cidade de Valongo, no distrito do Porto, em 2000, onde deu continuidade à sua profissão. Em 2004 casou com Filipe Oliveira e em 2008 nasceu a sua filha Gabriela Santana Oliveira. Desenvolveu trabalhos artísticos no âmbito escolar, expostos colectivamente no agrupamento de escolas onde atualmente leciona e no Museu Municipal de Valongo. A arte sempre fez parte da sua vida, começando a desenhar e a pintar por volta dos cinco anos de idade, passando estes a serem os seus passatempos favoritos. Princesas, fadas, animais, seres que ganhavam vida numa simples folha de papel. As histórias não eram só as que ouvia ou lia, também eram as que inventava na sua imaginação. Com o passar dos anos, o interesse pelas artes e leitura foi se intensificando. Devido à sua natureza autodidata, foi adquirindo uma maior “bagagem” nestas áreas, quer pela leitura diversificada, quer pelo aperfeiçoamento de várias técnicas, entre elas a aguarela, o desenho a carvão e grafite… O seu gosto pela escrita surgiu posteriormente. Sendo a leitura uma presença constante na sua vida, autores como Eça de Queirós, Sophia de Mello Breyner Andresen, José Mauro de Vasconcelos e Jorge Amado, tiveram um papel bastante importante no modo como escreve as suas histórias, quer seja pela descrição pormenorizada, quer pelos valores nelas incutidas, levando os leitores a uma reflexão desses mesmos valores e atitudes. Começou a escrever histórias pelo simples gosto de as escrever. Uma folha que cai, uma ave que se esconde num arbusto, uma chávena deixada ao acaso… As ideias surgem naturalmente, e na atenção mais pormenorizada de objectos ou animais, induzindo, de uma maneira espontânea, a uma “humanização” dos mesmos, onde o imaginário não tem limites.

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