J. M. PROGIANTE

Comecei a contar histórias quando meus três filhos eram pequenos, porque eles não dormiam sem elas.

Quase todo dia eu lia ou criava uma aventura, com perigos e mistérios, e eles me ouviam atentos, pediam para repetir, depois dormiam e provavelmente sonhavam.

Um dia nasceu esta história, de Taruma e Nurana, que eu resolvi escrever para não esquecer, porque achei que devia contá-la para todo mundo.

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