Leonor Fernandes

LEONOR Maria da Fonseca FERNANDES Taborda nasceu a 17 de Maio de 1963 em Grândola, onde completou o 11º ano. Em Almada fez o 12º ano, frequentou Filosofia na Universidade Clássica de Lisboa. À semelhança de um Fernão Mendes Pinto quis deixar a terra onde nasceu, porque depois dela existia Lisboa, além de um mundo para ser descoberto. Trabalhou durante muitos anos numa agência de publicidade em Lisboa, o que lhe permitiu contactos internacionais. De certa forma encontrou o mundo, ainda que lhe falte, como ela diz, ir à Terra do Fogo, à América profunda e à Rússia selvagem. Deixou a publicidade devido a um problema de saúde. Também deixou Lisboa, rumou ao Algarve, onde ainda reside. Dedicou-se a outra paixão, além da escrita: a doçaria conventual, ou a “Alquimia do Açúcar”, a que ainda se dedica. Um ser humano, colocado no mundo perante a necessidade de se sustentar, deve produzir algo criativo. A vida, sem criação, ou sem ideal, carece de realização. Em 2008 lançou o seu primeiro livro (666 – A Última Profecia). Foi uma edição de autor. Não é um livro de profecias, já que não se assume como profeta, mas a tentativa de contribuir para a desmistificação de tantas coisas que oprimem a humanidade. Em 2010, um pequeno livro de poesia (Solitário Criador). Muitos inéditos na gaveta. Talvez ainda vejam a luz do dia, entre o ponto do açúcar e o prazer doloroso de estar vido. Será enquanto os cães correm e as plantas florescem. Na paz de um pequeno monte, réplica do seu Alentejo. Uma paz apenas devassada pela tendência de tentar saber porque é que as coisas acontecem.

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