Man Power Sol

Sou Angolano, vivo em Vila nova de Gaia, freguesia de Mafamude e tenho paixão pela escrita. Escrevo vários tipos de obras no meu tempo livre. Trabalho parceialmente com múltiplas empresas, terminei o meu curso de Inglês no “Wall street english” com o nível 13, gosto muito de analizar as pessoas para poder providenciar o que elas querem.

Meus Pais são de Angola, Luanda, casados a mais de 23 anos, com 4 filhos formados. Tive uma educação de altos e baixos, mas terminamos em alta devido as experiências individuais e em conjunto.

Após anos e anos, decidi mudar-me para Portugal para ter uma formação acadêmica que não poderia ser fornecida pelas instituições do meu País. Formei-me e depois ganhei uma maior claridade e tempo para focar-me em escrituras, sejam elas reais ou fictícias.

Cheguei a Lisboa em 2014, mas a cidade era muito agitada, fazendo-me relembrar o corre-corre da cidade capital de Angola. Decidi mover-me para outro distrito com a minha família. Porto foi a cidade ideal.

Gosto da calma que tenho aqui no Porto, proporcionando-me a claridade para focar-me em vários tipos de obras. Não tenho tempo para desperdiçar em coisas triviais porque sou uma pessoa séria. Formei-me na Universidade Lusófona em Gestão e desenvolvimento dos Recursos Humanos, primeiro ciclo.

Comecei a escrever obras fictícias mas depois decidi escrever sobre as minhas experiências sobre o sexo feminino, visto que tem poucas obras que detalham ou aprofundam sobre esse tipo de assunto.

Desde que fui crescendo, na maioria das vezes tive sucesso com mulheres e isto incentivou-me ainda mais para escrever obras deste gênero. Muitos problemas no seu familiar entre Pais, tios e parentes, também ajudou muito.

Na vida, eu aprendi que não devemos focar-nos muito no passado e presente, mas sim no futuro porque o futuro pertence aqueles que têm visões sobre ele para poder criar o futuro no presente.

Eu pretendo proporcionar o máximo de claridade em relação aquilo que exprimo na obra para que as pessoas percebam a realidade em que estamos inseridos. Agradeço aos meus ente-queridos que ajudaram-me e aos futuros leitores também.

Os humanos até agora ainda têm muitas dificuldades em controlar as suas atitudes na relação e fora duma relação amorosa como também perceber que não somos todos iguais. Só assim poderemos viver em cordialidade caso lutemos para isso.

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