Manuel Jesus Rocha

 Manuel de Jesus Magalhães da Rocha nasceu em Oldrões, Penafiel. Com três anos, porém, mudou-se para Fânzeres, nos arredores do Porto. Ali fez os estudos primários e, concluida a 4.ª classe, entrou no seminário de uma congregação missionária próxima, onde seguiu os estudos liceais, concluídos em Coimbra.Após uma saída atribulada da congregação, acabou por ingressar noutra, com passagem pela cidade de Granada, e chegou mesmo a fazer os votos de religioso. Nesta condição se matriculou na Universidade Católica de Lisboa, frequentando os seis anos do curso de Teologia, que não chegou a terminar, pois saíu da Vida Religiosa, entretanto.Pouco depois inscreveu-se na Faculdade de Letras e aí se licenciou em Línguas e Literaturas Clássicas, com pós-graduação em ensino do latim e do português.Durante meia dúzia de anos, lecionou tais disciplinas em diversas escolas do sul do país, tendo orientado também o estágio de Português, na alçada da Universidade de Évora.Em 2003, foi requisitado para os serviços técnicos da Direção Regional de Educação de Lisboa, nos quais se manteve durante cerca de uma década, tendo sido nomeado Coordenador Educativo de Lisboa Ocidental.Após isso, decidiu regressar à docência na Escola Secundária Stuart Carvalhais em Massamã e, actualmente, leciona no agrupamento de escolas Aquilino Ribeiro, em Porto Salvo.À  atividade de professor (ou até como consequência dela) junta a intervenção cívica permanente, nas redes sociais, no Corpo Nacional de Escutas e no trabalho autárquico na cidade de Agualva Cacém, onde vive desde 1990.A escrita abrangeu toda a sua vida desde a infância, em que, sendo o mais velho de cinco irmãos, inventava histórias para entreter os mais novos.Por isso, desde os primeiros tempos, foi alimentando um sonho: tornar-se escritor. De facto, com alguma regularidade, escreveu poesia, peças de teatro, guiões, contos e operetas para os grupos de crianças, adolescentes e jovens com quem trabalhava no ambiente restrito das escolas e das paróquias por que passou.Mas a sua natural timidez e receio fizeram-no ir adiando a exposição pública.Agora, porém, na viragem dos 50, segundo as suas palavras, “cumpridas as "obrigações" clássicas de plantar uma árvore, fazer um filho e escrever um livro, senti como uma obrigação, a que não foi estranha a pressão de amigos e familiares, de tentar teimosamente chegar à letra de forma (um livro, sem as vestes da página impressa, com o cheiro a tinta fresca e o desfolhar carinhoso, não existe realmente - é assim uma espécie de alma sem corpo).”“Como se fosse Hoje” é o seu primeiro romance, escrito mais da vida do que da ficção, onde se revive um primeiro amor, (com uma dose grande de felicidade e desgraça) que nos comove e envolve.Como diz o autor: “Acredito firmemente que esta obra tem valor na forma e no conteúdo e não é apenas cegueira da paternidade (quem o feio ama, bonito lhe parece, não é verdade).Estou convencido de que lê-lo vale bem a pena. Afinal, engrandeci a alma ao escrevê-lo.”

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