Marta Oliveira


Marta Oliveira, nasci nos primeiros dias do ano de 1973, nasci de novo, uns anos mais tarde, ao sentir o desejo emergente de escrever, Versos, morri com a morte do meu pai, renasci ao encontrar conforto e esperança nas palavras, Poemas, morri na adolescência, também de amor, voltei a nascer ao experimentar a fome e sede de infinito dos mestres da literatura, Textos, voltei a morrer ao encontrar-me na escrita dos deuses, renascendo na ansiedade transcendente do processo que se tornara uma necessidade, Prosa.Letras aproximam-se, unem-se formando palavras, estas, por sua vez, ganham cor e iniciam a dança das frases mais ou menos longas que, cansadas mas felizes, se transformam em textos cheios de tudo. Para além dos contos, fazem parte da decoração interior das minhas gavetas:Fragmentos (poesia), Caminhada (poesia), prosas dispersas e outros projecto (em construção), todos inéditos.

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