Nemerson Ramos

Um típico paulistano que, na verdade, passou grande parte da infância em outra Capital (do Pontal do Paranapanema), a pequena, porém singular, Mirante do Paranapanema situada no extremo Oeste do Estado de São Paulo.

Sempre transitou com desenvoltura entre as duas cidades, dois universos paralelos com os quais mantinha uma intimidade típica de quem possui “dupla cidadania”. A partir dos 13 anos, fixou definitivamente sua residência em São Paulo.

Uma década de trabalho na área de atendimento a clientes, nos famosos call centers de instituições financeiras, lhe rendeu uma quantidade enorme de “causos” que eram contados pelos clientes a cada ligação recebida, revelando nuances da natureza humana que, de tão preciosas, eram perfeitas para se transformar em personagens literários antológicos, que, uma vez compartilhados com o resto do mundo, ganhariam vida própria, despertando a percepção do quão divertido e enriquecedor pode ser a natureza humana e a diversidade cultural.

O curso de Administração de Empresas, que, na época, mostrou-se o mais apropriado para sua área de atuação, aos poucos foi perdendo o peso e a importância, à medida que despertava o escritor, transformando suas potencialidades em realidade, e fazendo contas, não com números ou regras pré-estabelecidas, mas lidando com valores humanos concebidos para apreciar, imaginar e construir um conto, um poema, uma crônica, um romance.

A faculdade, claro, não funcionou! Em meados de 2015, após uma fase conturbada na área profissional, com direito a crises de ansiedade, recebeu orientação médica no sentido de relaxar, ver filmes, ler bons livros capazes de prender sua atenção e trazer distração.

Suas buscas por identificação literária conduziram-no ao encontro da obra “A Menina que roubava livros” de Markus Zusak. Ficou encantado. Vasculhou livros e temas sobre os quais gostaria de discorrer, especialmente romances de aventura, ou suspense dentro do universo LGBTQI+, visando personagens e enredos que tivessem um contexto universal e de inclusão a classificação de gênero. Já não podia mais esperar para escrever. E então, a epifania: “Eu tenho uma história para contar”!

Nascia ali: The Viper Room – A Casa da Víbora. Primeira trilogia: Gestação, Eclosão e Extinção. Posteriormente, a segunda: Sobreviventes, Infectados e

O escolhido. Hoje em dia, finalmente Nemerson Ramos consegue se dedicar a escrever livros.

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