Paulo Moura

São Rosas - Autora do blog «a funda São - serviço púbico», diz quem a conhece que é uma grande e funda malucona. Ela acha que é um exagero, mas o facto é que nela já se perderam uma família de ciganos com a carroça e o cão, um guarda florestal com um extintor de incêndios, um domador de circo com uma manada de elefantes, uma equipa de reportagens com câmaras de filmar, microfone e a carrinha... isto para não falar dos incontáveis guarda-chuvas, bengalas, varões de strip e toda a espécie de vegetais, sendo que a São Rosas tem uma especial predilecção por courgettes. A São Rosas não é Amadora, é Porcalhota!

Raim (raime) – Iconoclasta, seja lá o que isso queira dizer mas soa bem, até porque tem cono lá pelo meio. Não se consegue perceber como, com o seu talento e criatividade, aceitou colaborar com a São Rosas, essa grande taradona. Mas nunca digas “desta égua nunca comerei”. Como homem do Porto, ouve caralhadas com toda a naturalidade. Só não podemos dizer “pito” pois, como muito bem nos ensinou o George Coast, “pito é asneira, caralho!”

Gotinha – Pioneira (não confoder com “pionés”) do mundo virtual, ainda a malta não sabia o que era a intermete e ela já intermetia que era um regalo. Adora que lhe enviem fotos do interior dos frigoríficos de vossas casas (grande taradona!) e de fazer cu-cu. Enquanto outros têm madrinhas de guerra, a Gotinha é a nossa madrinha de paz... e amor… e tal… e coiso.

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