Ramalho

NOME:

 

Isaías Ramalho da Silva

 

PAI:

 

Nilçon da Silva

 

MÃE:

 

Ester Ramalho da Silva

 

NASCIMENTO:

 

12 de novembro de 1968

 

NATURALIDADE:

 

Angra dos Reis-RJ

 

(Praia do Abraão – Ilha Grande)

 

NACIONALIDADE:

 

Brasil

 

 

Natural da cidade de Angra dos Reis, Estado do Rio de Janeiro, nasci na praia do Abraão, Ilha Grande, na residência de meu avô materno, de parto normal, às 06h15min, sendo o terceiro filho de minha mãe, que teve, ao todo, seis. Dois dos quais tendo falecido na infância ainda: o primogênito, com apenas três meses de vida; e o quinto, com seis meses de vida. Passei minha infância nas cidades de Angra dos Reis e Parati; e a adolescência e começo da juventude em Angra dos Reis. A partir de 1988, depois de uma passagem rápida pela cidade de São Paulo (de abril a junho), de julho em diante passei a morar no Estado do Paraná. Em 1989, ingressei-me na Polícia Militar do Paraná, tendo trabalhado todo o tempo no Batalhão de Polícia Ambiental. Através da Polícia Militar do Paraná, tive a oportunidade de conhecer boa parte do território paranaense, trabalhando em várias regiões. Em 2012, alcancei a aposentadoria proporcional por tempo de serviço.           Sobre literatura, sempre gostei da arte poética e procurei submeter meus versos ao crivo dos amigos e familiares, até que em 1995, em Curitiba, publiquei meu primeiro livreto de poemas – Sonhos e Inspirações de um Poeta, livro esse que foi publicado de forma artesanal através de um movimento poético que naquela época acontecia na capital paranaense. No meado do ano de 1996, vindo trabalhar em Foz do Iguaçu, fiz contato com várias pessoas da cidade que gostavam de escrever e passamos a nos reunir frequentemente para discutir sobre assuntos pertinentes a literatura e arte na cidade. Dessas discussões foi nascendo um movimento literário local. Foi então que, depois de vários encontros, já no começo de 1997, nascia a União dos Poetas e Escritores de Foz do Iguaçu - UPEFI, conforme noticiaram na época os jornais Tribuna de Foz e Gazeta do Iguaçu (jornais locais). Foi um tempo muito gostoso, pena que a agremiação não teve vida longa; no início de 1999 todo o grupo se dispersou.  A UPEFI foi legada ao esquecimento. Nessa época publiquei meu segundo livreto – em formato bolso, e mais compacto que o primeiro (também de forma artesanal) – com o título: Não te esquecerei. De lá para cá, continuei a escrever, mas não me envolvi com nenhum movimento literário. Sou Graduado em Letras pelo Centro Universitário UDC e Pós-Graduado em Educação Religiosa pela Faculdade União das Américas – UNIAMÉRICA.

 

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