Telmo Fidalgo Barreira

31 de Janeiro  do ano de 1983, nasce, em Bragança, o autor Telmo Filipe Fidalgo Barreira, onde vive até aos seus 18 anos de idade, altura em que termina o ensino secundário e ingressa no ensino superior.

Manteve desde muito cedo uma relação de intimidade com a arte literária e musical, envolvendo-se, com a sua singular paixão, em diferentes projectos, da palavra dita do “Spoken Words” ao Rock’n’ Roll.

Muda-se para Chaves, onde permanece durante 4 anos, licenciando-se em Enfermagem no ano de 2005. No mesmo ano, troca o Norte pelo Sul e é o Algarve que o acolhe por mais de uma década, tendo vivido nas cidades de Portimão, Almancil e Faro.

O Porto, onde também viveu, reforça e acorda no autor a vontade autodidacta da criação subterrânea e alternativa, mantendo durante vários anos contacto com a genialidade desconhecida de vários poetas libertinos, músicos e amantes iludidos pelas vertiginosas noites de insónia.

Apesar do autor, assumidamente, negar um sentimento de pertença a um lugar, dizendo-se “sem morada nem fronteiras”, reconhecendo que “quando gastamos tempo demais a viajar, tornamo-nos estrangeiros no nosso próprio país”, parafraseando René Descartes, a sua escrita assume esse papel marginal, porém, revela ter raízes igualmente profundas e apaixonadas na terra e no mar, na infância e nos sonhos perfumados da juventude... Restos de ilusões que sobram das suas vivências passadas no Norte e no Sul de Portugal, com vestígios idílios das suas viagens pelo mundo.

Actualmente a viver em Madrid, mantém presente a mesma urgência criativa, a mesma avidez pelas palavras e pela poesia, reafirmando-se um sonhador, utópico, itinerante de fantasias edénicas.

Este “Poema de Aguardente em Casca de Noz”, assume-se como sendo o seu primeiro trabalho editorial, apesar dos acumulados esboços literários que, há muitos anos, vai multiplicando em numerosas colectâneas anónimas que guarda consigo.

Os textos aqui apresentados evidenciam a invulgar maturidade estética, artística e literária do autor, unificando uma escrita musculada com a eloquente capacidade de expressão. Visceral, profunda e, acima de tudo, sensível e emocional, esta obra denuncia a mestria deste novo autor. 

Um “livro de aguardente” que é uma viagem, um ciclo perfeito, com vários pontos de equilíbrio entre a infância e a mocidade, a vida e a morte, num jogo de metáforas criativas, manifestando uma genialidade intimamente reflexiva e autobiográfica.

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