É preciso abraçar a morte.
Não se esquivar da umidade
presente na pele sombria
em que, de fato, a vida urge
sobrevivente na ausência.
Somente a vivência do fim
instaura em nós a alegria
de não desejar mais que a fé.
É preciso abraçar a morte.
Não se esquivar da umidade
presente na pele sombria
em que, de fato, a vida urge
sobrevivente na ausência.
Somente a vivência do fim
instaura em nós a alegria
de não desejar mais que a fé.