Nem sempre um coração tem o mesmo significado…
Nem sempre um coração é sinal de…
Entre malas fechadas e o ruído da cidade, Érica foge de uma realidade rotineira.
Pela sua ousadia e com uma vontade arrebatadora de ser feliz, descobre que a vida também é arte, feita de traços incertos e recomeços inesperados.
Cada novo encontro devolve-lhe o tom de um arco-íris há muito esquecido.
Érica sempre viu o amor como uma tela em branco, pronta a ser preenchida com as cores vibrantes da vida, mas como num presságio obscuro essa tela é rasgada, o pincel cai-lhe das mãos, e o que resta é apenas o cinzento frio do silêncio.
Será que é possível transformar a “Cor da dor” numa tinta ainda mais forte?
Nesta jornada de (re)descoberta, Érica irá provar que o amor, mesmo destruindo (uma) a tela, nos poderá dar a coragem e um impulso anónimo de sermos a nossa própria obra-prima!
