De súbito, alcácer Quibir!
No esplendor da sua juventude,
O iluminado!
E se concretize o encoberto
Renascendo o Quinto Império!
Quem és tu?
Que cantas por todos?!
Bravo herói destemido!
Pois que todos te sigam!
És tu o enviado?
Por quem? para quê?
E essas cantigas que cantas
Com ricas melodias...
É o que te vai na alma?
É a tua verdade?
Então canta...
E nesse quadro
Pintado a carvão
Por um artista utópico,
Olho-te olhos nos olhos
E murmuro tácito:
Os grandes iluminados
Também nasceram assim...
