Esventrado de Mim

Vítor Sousa

Vítor Sousa

Acordei vazio

Fugaz como um vento

De pedra e tormento

Desfolhei a alma

Em esventro de mim

Vi poema escrito

Com voz de granito

Num antro perdido

Nos confins do tempo

Nessa noite o céu era azul como se fosse verão, as estrelas

adornaram a imensidão em vislumbres de magia.

Alabastro empoleirou-se no muro do quintal, agarrou com firmeza o

poste que sustinha a lâmpada que luzia o canelho, e voou

espreguiçado sem destino sobre a imensidão do nordeste

transmontano.

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