Há feridas que nunca cicatrizam e com elas arrastam-se as consequências para o resto de uma vida, vida essa de aprendizagem, a cada página uma nova viragem, uma nova história em que morremos de curiosidade do que virá a seguir, para mim escrever é isso, viver em cada palavra, em cada sentimento, a cada momento, a cada coisa que sinto e assim poder partilhar com os outros um pedaço de mim.
Escrevo não desde sempre mas para sempre, para que se oiça a minha voz através daquilo que me apaixona, não vivo aquilo que escrevo, escrevo sim aquilo que vivo.
Será melhor a certeza ou a incerteza? Somos gente de extremos é certo, mas até onde poderemos ir? Vamos tentar descobrir.
