Muitos dirão que não tem nome, não tem rosto, nem palavras que o distingam, metáfora talvez??Mas é o teu rosto que surge nos meus sonhos, é a tua voz que ecoa no meu pensamento, é o teu toque que me enleva...
Real, bem real é o teu nome...
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“Perdem-se num frémito alucinante?Encontram-se no corpo um do outro?Bocas que se descobrem?Línguas que se tocam, saboreiam?Mãos ávidas arrancam roupas, destroçam preconceitos...”
