A História do Homem que Viveu muitas Vidas
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A História do Homem que Viveu muitas Vidas

Sinopse

"O romance conta a história dramática, por vezes pungente de João Paulo Cabral, um geneticista português, de religião budista que aos 26 anos, após uma doença grave, apercebe-se que deixou de envelhecer, ou melhor, que passou a envelhecer tão lentamente que os outros não notavam. Nesse tempo, por volta do ano 1900, a sociedade não aceitava a diferença. Daí que passados cerca de 30 anos tendo a sua anormalidade tornado notória se tenha visto obrigado a partir para Paris e, mais tarde, de Paris para Nova Iorque. Por isso o romance, que é narrado na primeira pessoa, tem por narradores os vários "eus" que João Paulo assumiu na sua longa vida: Jean Paul Claudel em Paris, John Paul Cabral em Nova Iorque, John Paul em Alderwood depois de se ter apaixonado e casado por Gladys Davenport, John Paul intermediado por Lilian Meredith no Canadá e de novo na América do Norte, Jonh Paul e John Paul Cabral.
O primeiro capítulo "O princípio" passa-se na praia da Costa da Caparica que, ao tempo, que pelo seu areal a perder de vista lembrava o dia da criação do mundo. O último capítulo "O fim" passa-se também na praia da Costa da Caparica onde João Paulo conhece Joana, uma espécie de sósia da sua primeira mulher, que sabe mais tarde ser sua tetraneta e com quem faz amor sem saber o que os ligava.Desiludido, morre - ou reencarna numa flor de Lotus - por querer desesperadamente ter um fim como as mulheres que amou e os filhos que teve.
Na Columbia University onde trabalhou como geneticista, Jonh Paul submeteu-se a testes tendo-se verificado que apresentava índices elevadíssimos de telomeráse e das demais proteínas que participam na reparação genética. Encontrar-se-à aí uma explicação científica para o que lhe aconteceu na vida, se nos abstivermos de procurar a resposta na reencarnação budista. Não pudemos deixar de envelhecer mas pudemos envelhecer bem e mais lentamente. Hoje os geneticistas e os neuro-fisiologistas já não atribuem o envelhecimento ao desgaste mas há insuficiência da reparação genética. Há tempos ouvi na TV o Prof. Sobrinho Simões a quem se pedia que desse uma causa genérica do cancro, responder, deve-se a uma falência dos mecanismos de reparação genética."

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