Crise de Continência
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Crise de Continência

Sinopse

“Realmente, pior que a colonização - política, económica e cultural - é a violência política mascarada de democracia, a desresponsabilização, a fraqueza no plano das ideias, e a subjugação mental, que na sua tradução não é mais que um de entre os vários protótipos de “escravatura moderna”, tão bem assimilados pelos (nativos) cabo-verdianos, especificamente a nível da chefia das suas Forças Armadas.

A agressão política desencadeada contra a pessoa do signatário através da edição Nº 206 do Jornal “A Nação” (Agosto de 2011) demonstra isso mesmo: crueldade em nome da razão de quem acha que pode mais; negação do direito à diferença e à liberdade de pensamento e de expressão; pressão psicológica, tentando submeter os militares a um diminuto grupo determinista formado por sectários e autoritários; partidarização das Forças Armadas em plena democracia; rejeição da Constituição em vigor; repugnância do actual Chefe do Estado-Maior em relação à oposição democrática legitimada; adulteração do conceito de disciplina militar; desrespeito à pessoa humana e, concomitantemente, perversão das Forças Armadas e do estatuto da condição militar.

Isto é, ou você faz o cântico de louvor em honra aos deuses da (turba do mal) Organização Militar Cabo-verdiana, ou você é proibido de cantar, e a qualquer preço. Quando você não é forçado a cantar à marretada, fazendo relembrar-se da cantiga dos dois Natais: a dos “poderosos de falsas alegrias”, e a dos “pobres e mortificados”.

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