Educação, Desenvolvimento e Equidade em Portugal
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Educação, Desenvolvimento e Equidade em Portugal

Sinopse

Portugal, pelo menos desde meados do terceiro quartel do século dezanove, altura em que assistimos ao registo sistematizado de estatísticas internacionais de âmbito europeu, sempre ocupou lugares pouco lisonjeiros nas tabelas estatísticas oficiais, nos diversos domínios educativos, económicos e sociais.

O investimento no sector educativo sempre se assumiu como pioneiro em qualquer estratégia de desenvolvimento consistente, em todas as épocas históricas e latitudes geográficas, libertando a humanidade da escravidão das trevas da ignorância e do obscurantismo, funcionando como precursor do progresso científico e tecnológico, que posteriormente aplicados na agricultura, indústrias e serviços, possibilitaram a construção de sociedades mais produtivas e abundantes, mais democráticas, mais justas e equitativas. Salvo raras excepções, os dirigentes e elites portuguesas têm-se revelado avessos ao investimento na educação, e quando o fizeram foi de qualidade duvidosa, centralmente dirigido e controlado para melhor manipular os sentimentos da população. E mesmo na actualidade, não obstante os elevados recursos financeiros e humanos envolvidos no sector educativo, os níveis de iliteracia dos nossos jovens atingem valores preocupantes quando comparados com os seus parceiros europeus, com reflexos transversais em toda a sociedade: o tecido empresarial regista baixas produtividades, o PIB per capita é dos mais baixos da U.E., a repartição de rendimentos é a mais iníqua da zona euro, a incompetência, a corrupção e o sentimento de impunidade são alarmantes, a coesão e desígnios nacionais são uma miragem. Será que uma educação de qualidade poderia se assumir como panaceia para todos estes males que afligem a pátria lusitana?
Não, certamente, mas que poderia dar uma preciosa ajuda, não tenhamos dúvidas...

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