Os Nós do Tempo e o Tempo de Nós
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Os Nós do Tempo e o Tempo de Nós

Sinopse

A obra em presença “Os Nós do Tempo e o Tempo de Nós: A Rima de Nossas Lembranças” é o meu primeiro livro de poesias. Encaro este livro como o meu “projecto literário emancipador “. Com efeito, não me foi fácil seleccionar o grande número de trabalhos de poesia que há muito tempo trazia guardados na gaveta. Como é usual referir, de forma deliberada, deixei a minha alma guardada em África no interior de uma árvore “um embondeiro”. Na verdade, esta vontade de publicação entardeceu comigo, provavelmente soltou-se apenas porque me convenci ser importante assumir uma nova relação com a palavra. Assim, é através do uso que damos às palavras, que considero um importante dispositivo de divulgação de nós mesmos, que nos podemos habilitar à escuta dos Outros. Logo, se entre outras coisas, as palavras servem para nos divulgar e desfazer equívocos, pretendo aproveitar esta oportunidade para divulgar alguns dos meus poemas. De facto, ao dar “asas à minha alma”, através da edição desta obra e da poesia que nela inseri, sei que irei ficar representada de uma outra forma, sei que as palavras falarão por mim, denunciarão os valores que defendo, os sentimentos que me estruturam o quotidiano, a minha experiência e as expectativas que trago em relação a mim e ao mundo plural no qual me inscrevo. Neste caso, a vontade de ”aparição” aos olhos dos outros servirá para os homenagear a todos, para reivindicar a harmonia, para lhes manifestar o meu amor, a minha solidariedade. Os versos e as categorias escolhidos desvendam parte do meu trajecto. Nesta obra, não há apenas o universo de uma memória que está presente, ou um revisitar de lembranças, existe a vontade de expansividade, a necessidade de estabelecer um roteiro de abertura e não de fechamento à vida e aos outros, a obrigação de intervir sobre a realidade, de defender uma opinião. Em suma, de fazer a apologia de uma maneira diferente de comunicar, de pensar o mundo e a realidade, utilizando para tal a linguagem poética. A minha justificativa está dada através dos meus argumentos “poéticos”, sei que há a necessidade de os demonstrar. Reconheço que sem a divulgação da minha escrita, eu não teria acesso a outras dimensões inerentes à “vida” das palavras. Sei bem os riscos que corro…

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