Memórias de um Tempo enfermo e Infinito: Diário Epidémico

Sandra Ramos

Sandra Ramos

O Mundo é hoje um espaço disfórico onde tudo acontece. Tudo é

brutal!… Nada é gerido com coesão e o turbilhão que se vive diariamente

é tão grande que quase não paramos para pensar. Perderam-

-se imensos valores e algumas “regras” desapareceram. Vezes sem

conta, sempre que a autora se depara com situações de calamidade,

injustiça e deslealdade, tem de “gritar” ao Mundo o que a aflige. O

que a leva a escrever é TUDO — a voz dos Artistas, do Mundo e,

atualmente, a força inóspita da Pandemia!

Os textos poéticos foram escritos dia a dia desde março até agosto

de 2020, como se de um diário se tratasse. Confinada em casa com

a sua única filha e, à imagem do Mundo inteiro, longe dos seus familiares

e amigos, nasceu na autora a vontade de dizer. Da azáfama

diária e do sentimento de medo face à realidade atual, nasceu este

querer mais forte de dizer — em verso — que a ARTE nasce connosco

e que deveria ter um espaço digno de convívio com quem a

pratica.

A inspiração nasceu com a sua vontade de dizer!… Quando o cansaço

e a agonia de um tempo enfermo a apertaram, a escrita foi a

mola que a levou à paz. Abriu a janela da sua alma e disse de si e do

Mundo. Pintou o Mundo enfermo com letras, dizendo o que a aflige,

o que a conserta e o que a faz FELIZ.

O seu livro é um filho feito de mensagens de indignação, preocupação,

amizade, amor e desamor, sentidas durante um tempo enfermo

e infinito: PANDEMIA.

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