" Passávamos a ponte e, de facto, passava também um cortejo fúnebre.
Era um catre construído de madeira muito seca
com um esquife muito tosco dentro.
Atrás seguia uma comitiva de velhas muito velhas
chorando tanto ou mais que os crocodilos.
Perguntei a uma delas se era Dona Morte que ali ia, e de que tinha morrido,
ao que a anciã respondeu: sim, é ela, morreu de fadiga."
