Nova Visão Sobre 'Hebraísmos' na Língua Portuguesa

Pedro da Silva Germano

Pedro da Silva Germano

Convidam-se os leitores a repensarem a versão mais oficial da formação e da dimensão da língua e da cultura portuguesa, analisando ângulos pouco divulgados acerca das influências orientais na sua génese e estruturação, alargando a noção de hebraísmo à presença de múltiplas influências orientais (com exclusão, por uma questão de método, da referência ao temporário superestrato da cultura árabe) nos mais extensos domínios da cultura portuguesa, em planos pouco percorridos no âmbito das manifestações mais estruturadas na nossa identidade. (Cf. Palavras prévias e Introdução, páginas 7 a 33).

No Capítulo I parte-se da análise das influências religiosas e bíblicas na escolha dos principais e tradicionais nomes próprios (apresentados e explicados por ordem alfabética entre as páginas 46 e 52) e de alguns topónimos nacionais (entre as págs. 53 a 98).
No Capítulo II (páginas 101 a 131) aborda-se a permanência de algumas tradições religiosas e seus vestígios em sentimentos e tendências abrangentes e recorrentes, como as do messianismo, sebastianismo, mística nacional e misticismo.
Nos capítulos III e IV é prestada especial atenção à permanência de influências semitas na estrutura familiar e em vocabulário específico dos gestos e sentimentos mais essenciais e intensos e ainda no relacionado com a vida em comunidade, a religião, a morte.
Por fim, no Capítulo V, esboça-se um resumo explicativo de algumas influências directas da cultura semita e de estruturas gramaticais elementares da língua hebraica detectáveis na nossa língua românica.

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