Acreditar no que está para além do horizonte, poder-nos-á proporcionar o fascínio, de viver personalidades mutuamente desconhecidas.
Por esta crença estimulado, prosseguirei na descoberta constante de "o outro eu", da sua intrínseca vivência, questionando simultaneamente quem controla quem.
O natural insucesso de resposta, poderá levar os mais incautos a perigosas perturbações, que os façam transpor a ténue linha que nos separa do abismo.
Deveremos por isso, ter consciência da nossa debilidade e a necessária força, para aceitar ou pedir ajuda, independentemente do universo onde esta se encontre.
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