E desse corpo gritam pérolas, diamantes, recordações luxuriosas, fulminantes, intoxicadas de amor. É paixão, verdes os beijos, de um desejo tão carnal, extasiados momentos, sentidos e criados em rostos cristalinos. É pecado, sim é! Doce obsessão, de um Narciso retratado em detalhes teus, medíocre prazer, bem-estar solitário. Degenerarme-ei por um amor maculado entranhado e velhaco, pela ausência e descrença desse suave capricho. E na viril luxúria gritante de um pecado tornado real, dir-te-ei, baixinho, saber amar, sentido, prostrado, feito charme, cisma sentida, frenesi oculto.
P.S. Falamos d’amor?
